O projeto teve início em 2019 com as primeiras vinificações experimentais, mas só em 2021 surge a primeira colheita comercial.

As uvas que fazem os vinhos “Quinta da Ribeira da Pêga” provêm de vários pequenos talhões, nos quais se adoptam práticas de viticultura ainda mais cuidadas com o objetivo de modelar a produção e obter cachos de alta qualidade com o foco na expressão máxima do “terroir”.

As castas são vindimadas em função do objectivo e seu estado de maturação, com especial cuidado na preservação do potencial, características aromáticas e acidez. A vindima é manual, feita para pequenas caixas, sendo as uvas processadas em adega própria, a dois quilómetros de distância.

A adega foi feita de raiz, embora tenham sido utilizados edifícios antigos de pedra que foram reabilitados e equipados para o efeito. Com grande cuidado em todo o processo, são utilizados depósitos inox com controlo de temperatura para fermentação, armazenamento e conservação dos vinhos. O envelhecimento é feito, total ou parcialmente, em barricas de carvalho francês.

O objetivo pretendido é fazer edições limitadas de vinhos de elevada qualidade, com maior incidência nas castas tradicionais da zona, envolvendo uma aposta generalizada no envelhecimento, seja em barrica, seja em garrafa.